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Jubileu para os íntimos!?! E HOJE ELA SEGUE... Jubileu descobrira que seguirá as suas tradições...vestirá branco e levará em suas mãos o lírio branco. Lembrou-se da infância e de seus amigos. Mas hoje em especial de uma amiga. Lembrou-se da história, sobre os anjos, que aprenderam juntas durante as aulas. O encanto da história permanecia até hoje, mas com uma grande diferença... a certeza de que não existe lenda. A história gira em torno desta "lenda": Dizem que as pessoas encontradas sem memória, documentos e às vezes com um sorriso aberto e encantador no rosto são anjos que decidiram viver entre nós seres humanos. Anjos estes encantados pelo nosso dom. O dom da vida!!! Estes anjos abdicaram de seus dons em nome do amor e do desejo de viver entre nós buscando, descobrindo e mostrando como é maravilhoso viver aqui, apesar de tudo. Mostrando que somos também abençoados por Ele. Aprenderam mais uma lição da vida. Lembrou-se da adolescência... dos amigos que agora tornaram-se anjos da guarda uns dos outros... lembrou-se quando chegou ao fundo do poço pela primeira e última vez e como renascera tal qual uma fênix, quando muitos temiam que ela não conseguisse. Recebera a visita de sua amiga de infância que junto de outros insistiu, acreditou e lutou por ela e logo depois junto dela. Algum tempo depois ela conseguiu abrir suas asas e voar livre novamente...sua amiga de infância, passou a chamá-la de Jean Grey, a Fênix. Não a fênix negra, mas a fênix. Em retribuição lembrou amiga que os anjos existem e estão entre nós. Lembrou-se de que a pouco tempo fora ela o anjo da guarda atuante e que sempre estaria dando-lhe apoio a qualquer hora e em qualquer lugar. Escrito por Jubileu às 13h25 [ ] [ envie esta mensagem ] Olhava para o mar mais uma vez. Há tempos não o procurava dessa maneira. Buscava calma, tranquilidade, conforto, proteção... Procurava manter dentro de si As lágrimas insistiam em buscar a liberdade, A inércia tomava conta dela aos poucos enquanto observava o mar. Olhava para os lados na esperança de que alguém conhecido chama-se pelo seu nome. A garganta doía. e agora o máximo que ela podia fazer era orar calada. Conversar com Aquele que nos criara. Sentou-se sentindo a areia nos pés. Escrito por Jubileu às 13h24 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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